sábado, 13 de julho de 2024

Do sono à alvorada de fim

Corro, sem ver onde estou
Vivo, sem saber o que restou
Limitado ao seu espaço
Onde o tempo é escasso
Onde a vida já não é

Até...

Preso em seus laços, Estou
Envolto em seus abraços, ficou
Ficou o amor restou minha dor

Sou um ator, de lúdico torpor
Abro os olhos, não está ao meu lado
Sonhos óbvios, de um corpo alado

Vem o choro, vai a vida
Canta o coro, dói a partida.

Adeus.

Mas qual Deus?
Os deles ou o seu?
Senti a divindade, no seu coração 
Essa é mais uma oração.

Oração ou frase mal escrita,
Seja isso o que for
Fere tanto quanto brita
Mais uma carta de amor.

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Sou humano passível de erros e com uma excelente vivência, destes erros e também acertos na bagagem. Não sou um estereótipo criado em parede...