Sou humano passível de erros e com uma excelente vivência, destes erros e também acertos na bagagem.
Não sou um estereótipo criado em paredes de consultórios onde impõe-se a filosofia não vivida para explicar a verdade nua e crua de nossas vidas. Não estou aqui para viver uma utopia baseada em estudos. Sou humano e vivo minha humanidade. Amo a verdade, a realidade como elas são: sofridas ou alegres... mas reais.
Minha verdade e a minha realidade são aquilo que EU vivo, aquilo que EU faço e aquilo que EU sinto! Não as meia-dúzias de conclusões que os outros tiram para se beneficiarem daquilo que lhes parece conveniente e, convenientemente desprezando o que resta.
O que é bom é consumido e renovável. O que não é bom muitas vezes pode ser reciclado (infelizmente, os humanos insistem em querer substituir para não se dar ao trabalho de esperar – espírito imediatista e compulsivo). Cabe a cada um ter vontade de fazer as coisas serem ou não melhores todos os dias. Ou então viveremos eternamente o ciclo vicioso da conveniência:
“Venha a nós e o vosso reino que se foda!”
Essa é única e verdadeira filosofia da humanidade, egoísta e hipócrita, da atualidade.
Sim, isso aqui é um desabafo para você, que se diz amigo, mas me desprezou. Para a pessoa que visitou meu perfil em rede social e veio aqui, ler minhas bobagens e rir da minha cara. Para você, com quem eu já vivi um relacionamento e que me julgou isso ou aquilo, tirando suas conclusões e sequer me estendeu a mão, quando eu mais precisava. Para o familiar, que só lembra de mim quando precisa de alguma coisa e para quem mais servir.
Duvidas? Leia o texto e olhe ao seu redor.
Duvidas ainda? Se olhe no espelho e se envergonhe.
Lastimável a capacidade humana de segregar uns aos outros ao invés de somar e construir algo verdadeiro e real.