"Na verdade eu não posso afirmar com certeza que você seja tal pessoa.
O que eu digo é baseado naquilo que sinto. E essa, é a minha verdade.
Não há nada mais verdadeiro do que o sentir... E o que sinto por você, com você e em você é uma coisa que vai além de quase tudo que já vivenciei. É forte, sincero e acima de tudo é respeitoso.
Eu jamais fiz por qualquer pessoa coisas que fiz por você e pra você. Até mesmo deixar de pensar em mim pra te ver feliz eu já fiz...
Se isso não for verdadeiro, não sei o que será. Por isso que digo... É você. Sinto que é você e essa é a minha verdade."
Eu jamais fiz por qualquer pessoa coisas que fiz por você e pra você. Até mesmo deixar de pensar em mim pra te ver feliz eu já fiz...
Se isso não for verdadeiro, não sei o que será. Por isso que digo... É você. Sinto que é você e essa é a minha verdade."
Um dia, essas palavras fizeram algum sentido. Hoje é um mero esboço de um passado mal vivido e, não mais, vívido em minha humilde imensidão de vazios vividos.
Posso escrever sobre o ontem, o hoje e o amanhão, com a mesma intensidade de anos atrás, mas, despudoradamente, me fecho em meu casulo, afastando de mim toda e qualquer oportunidade de viver algo assim.
É dura e cruel, essa realidade sem pé nem cabeça. Uma renuncia constante ao anúncio da liberdade, preso às amarras de um passado dantesco (ou "dosteoiévisco"?). Mas prefiro parafrasear Nietzsche, disse que sou demasiado humano.
O meu Zaratustra falou: Seu crime é seu castigo, nesse melodrama divino, de uma comédia real: a vida.
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